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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Transporte de livros em bibliotecas – projeto de produto
Definição da Proposta
O presente projeto apresentado à matéria AUP 2410 Projeto de Produto V – Transporte tem com objetivo atender às necessidades de uma definida problemática, seja ela na área doméstica ou de trabalho, por intermédio de um transporte movido a força humana.
O presente projeto apresentado à matéria AUP 2410 Projeto de Produto V – Transporte tem com objetivo atender às necessidades de uma definida problemática, seja ela na área doméstica ou de trabalho, por intermédio de um transporte movido a força humana.
Para definir-se a problemática, um processo de brainstorming foi aplicado, perguntando-se quais situações do dia-a-dia ofereciam algum tipo de dificuldade ou afim que pudesse ser solucionada com um transporte. A opção escolhida pelos alunos em conjunto com os professores foi a de transporte de livros dentro da biblioteca.
A partir da problemática formulada, começamos a pesquisar em diversas bibliotecas dentro e fora da USP. Conversamos com funcionários e percebemos muitos aspectos parecidos, inclusive sobre o sistema de funcionamento, explanados a seguir:
Atualmente, no processo de devolução dos livros aos seus respectivos lugares, o funcionário deve colocá-los no carrinho e, quando sente que o acúmulo é suficiente, transportá-los até as estantes. O acúmulo é feito em um carrinho estacionário junto à recepção, para os livros emprestados que são devolvidos pelos alunos. Já no caso dos livros em consulta, o funcionário passa em certos momentos propícios para recolhê-los de uma vez em todas as mesas. Neste último processo, vimos em nossa pesquisa certas preferências: como a de não esperar-se por um alto volume de livros a serem recolhidos (para não haver grande acúmulo de livros, já que esse pode dificultar a procura por títulos e sobrecarregar muito um único funcionário); o uso praticamente nulo da última prateleira do carrinho (por ser muito baixa e prejudicar a coluna de quem a utiliza); e a pré-organização dos livros por seus códigos, para facilitar o passo seguinte.
Após isso, o funcionário deve distribuir os livros em mais carrinhos estacionados; estes, parados ao lado de cada estante da biblioteca, funcionam como um ponto de espera dos livros. Ao final do dia, cada funcionário responsável por uma seção tira os livros desse carrinho estacionado e os coloca em seus devidos lugares.
Além das questões ergonômicas mal resolvidas, o que chamou nossa atenção nessa problemática foi o número de passos necessários para concluir a tarefa. Pretendíamos diminuir este número.
Além das questões ergonômicas mal resolvidas, o que chamou nossa atenção nessa problemática foi o número de passos necessários para concluir a tarefa. Pretendíamos diminuir este número.
Sendo assim, nosso projeto se estende ao próprio sistema da biblioteca, pois, com o sistema atual, a melhora que conseguiríamos fazer seria tão somente ergonômica, não englobando outros aspectos do uso, e nem atendendo à premissa de projetarmos algo novo.
Vimos que o modo como o código é colocado não é eficiente pelos seguintes motivos: ele é complicado, pois determina as seções por meio de muitos números (o que pode causar certa confusão – principalmente aos usuários, que não são familiarizados a eles como os funcionários). Ele é extenso, pois cada grupo de números remete a algum tema ou subtema do livro; e isso acaba fazendo com que o código seja escrito numa fonte pequena, uma vez que deve caber no espaço da lombada.
Pensamos em formas de tornar a assimilação mais imediata. Tendo isso em mente, pensamos que a solução mais fácil e eficiente seria a de juntar cores aos códigos.
A classificação mais utilizada atualmente é o Decimal Universal (CDU), baseado no conceito de que “… todo o conhecimento pode ser dividido em dez classes principais, e estas podem ser infinitamente divididas numa hierarquia decimal. (…) As principais divisões da CDU são:
· 0 – Generalidades. Informação. Organização.
· 1 – Filosofia. Psicologia.
· 2 – Religião. Teologia.
· 3 – Ciências Sociais. Economia. Direito. Política. Assistência Social. Educação.
· 4 – Classe vaga.
· 5 – Matemática e Ciências Naturais.
· 6 – Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia.
· 7 – Arte. Belas Artes. Recreação. Diversões. Desportos.
· 8 – Linguagem. Lingüística. Literatura.
· 9 – Geografia. Biografia. História.
· 0 – Generalidades. Informação. Organização.
· 1 – Filosofia. Psicologia.
· 2 – Religião. Teologia.
· 3 – Ciências Sociais. Economia. Direito. Política. Assistência Social. Educação.
· 4 – Classe vaga.
· 5 – Matemática e Ciências Naturais.
· 6 – Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia.
· 7 – Arte. Belas Artes. Recreação. Diversões. Desportos.
· 8 – Linguagem. Lingüística. Literatura.
· 9 – Geografia. Biografia. História.
Os documentos são classificados de acordo com o assunto principal que determina a cota que lhes é colocada na lombada e são arrumados na estante com o número de classe atribuído. (…) Se tomarmos uma classe principal, por exemplo, 6 – Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia., podemos ver como se subdivide:
· 61 – Ciências médicas.
· 62 – Engenharia. Tecnologia em Geral.
· 63 – Agricultura. Silvicultura. Agronomia. Zootecnia.
· 64 – Ciência Doméstica. Economia Doméstica.
· 65 – Organização e Administração da Indústria, do Comércio e dos Transportes.
· 66 – Tecnologia Química. Indústrias Químicas.
· 67 – Indústrias e Ofícios Diversos.
· 68 – Indústrias, Artes e Ofícios de Artigos Acabados.
· 69 – Construção Civil. Materiais de Construção. Prática e Processos de Construção.
· 61 – Ciências médicas.
· 62 – Engenharia. Tecnologia em Geral.
· 63 – Agricultura. Silvicultura. Agronomia. Zootecnia.
· 64 – Ciência Doméstica. Economia Doméstica.
· 65 – Organização e Administração da Indústria, do Comércio e dos Transportes.
· 66 – Tecnologia Química. Indústrias Químicas.
· 67 – Indústrias e Ofícios Diversos.
· 68 – Indústrias, Artes e Ofícios de Artigos Acabados.
· 69 – Construção Civil. Materiais de Construção. Prática e Processos de Construção.
A subclasse 62 – Engenharia. Subdivide-se por sua vez em:
· 620 – Engenharia em Geral. Testes dos Materiais. Energia.
· 621 – Engenharia Mecânica.
· 622 – Engenharia de Minas.
· 623 – Engenharia Naval e Militar.
· 624 – Engenharia Civil e Estruturas em Geral. Infra-estruturas. Fundações. Construção de Túneis e de Pontes. Superestruturas.
624 – Engenharia Civil divide-se em áreas diferentes que podem por sua vez ser divididas novamente em áreas ainda mais especializadas:
· 624.01 – Estruturas e Elementos Estruturais Segundo o Material e o Processo de Construção.
o 624.011 – Estruturas e Materiais de Origem Orgânica.
o 624.012 – Estruturas de Alvenaria.
624.012.45 – Estruturas de Betão Armado.
· 624.1 – Infra-estruturas das construções. Fundações. Construção de Túneis.
· 624.2/8 – Construção de Pontes, etc.
· 620 – Engenharia em Geral. Testes dos Materiais. Energia.
· 621 – Engenharia Mecânica.
· 622 – Engenharia de Minas.
· 623 – Engenharia Naval e Militar.
· 624 – Engenharia Civil e Estruturas em Geral. Infra-estruturas. Fundações. Construção de Túneis e de Pontes. Superestruturas.
624 – Engenharia Civil divide-se em áreas diferentes que podem por sua vez ser divididas novamente em áreas ainda mais especializadas:
· 624.01 – Estruturas e Elementos Estruturais Segundo o Material e o Processo de Construção.
o 624.011 – Estruturas e Materiais de Origem Orgânica.
o 624.012 – Estruturas de Alvenaria.
624.012.45 – Estruturas de Betão Armado.
· 624.1 – Infra-estruturas das construções. Fundações. Construção de Túneis.
· 624.2/8 – Construção de Pontes, etc.
E assim infinitamente…” (retirado de http://www.bib.ualg.pt/bibliotecas/cdu.htm)
Sendo assim, separamos a biblioteca em 10 cores diferentes, cada uma referente a uma seção diferente. Dessa forma, a assimilação é muito mais imediata. Juntamente a isso, seria necessária uma forte comunicação visual, ou seja, sinalização em cada prateleira sobre quais cores, ou seja, seções, ali se encontram.
Dependendo do tamanho da biblioteca – aqui nesse projeto pensamos principalmente nas de médio porte – a sinalização se faria necessária em diferentes formas, podendo haver placas fixadas ao teto para indicar melhor os assuntos e etc. Não entramos muito nesse mérito uma vez que devíamos nos dedicar ao projeto do transporte.
Além das cores, projetamos a etiqueta fixada no livro de forma diferente da utilizada atualmente. Achamos que essa é muito pequena, e que, portanto, dificulta muito a leitura do código. Assim, aumentamos a área da etiqueta (sua altura é de 7 centímetros).
Testamos isso em alguns livros e percebemos que em alguns, o nome da editora e/ou o nome do autor e/ou o título do livros ficaram comprometidos. Pensando nisso, uma parte da etiqueta adentraria à capa em 3 centímetros; nessa parte estariam escritos o título, o autor e a editora. Dessa forma, não comprometemos nenhuma informação contida na parte exterior do livro.
http://extralibris.org/revista/projeto-produto-design-relatorio-usp-transporte-livros-biblioteca/
terça-feira, 5 de julho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Seminário PARA LER A INTERNET: Políticas e projetos de inclusão digital
O Seminário é uma promoção conjunta do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e tecnologia (IBICT) e o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Seu objetivo é divulgar ações de inclusão social promovidas pelo campo acadêmico, em níveis de pesquisa, ensino e extensão. O evento será realizado no dia 17 de Junho de 2011, no Auditório 211 do CCSA, Campus I - UFPB (João Pessoa, PB). As vagas são limitadas em função do espaço oferecido pelo auditório.
horário: 08h30 credenciamento
Início: 09:00 hs
Faça sua inscrição pelo site:
Participem!!!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Convite
Boa Tarde a todos!
Amanhã teremos em nossa cidade, João Pessoa, o lançamento de 18 livros na sede da ADUF-PB, próximo ao Jangada Clube, dentre eles o da professora Lucienne Espindola.
Desde já repasso o convite a todos que gostam de enriquecer o seu lado cultural e intelectual.
Detalhe: serão lançamentos de diversas áreas do conhecimento.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Brasil é segundo lugar em ranking iberoamericano de produção científica
Com a publicação de 163 mil artigos, país fica atrás da Espanha, mas a frente de México, Portugal e Argentina. Veja a classificação
Universidade de São Paulo é a institituição de ensino com maior representantividade científica na região
Países iberoamericanos mais produtivos
1- Espanha
2- Brasil
3- México
4- Portugal
5- Argentina
6- Chile
7- Colombia
8- Venezuela
9- Cuba
10- Porto Rico
Confira na íntegra o Ranking Iberoamericano 2011.
Fonte: Universia Brasil
Universidade de São Paulo é a institituição de ensino com maior representantividade científica na região
Brasil ganha destaque na produção científica da Ibero América e alcança o segundo lugar no Ranking Iberoamericano SIR (SCImago Research Institutions), realizado pelo Grupo SCImago. Com a publicação de 163 mil artigos entre 2005 e 2009, o País ficou atrás apenas da Espanha, que publicou 204 mil artigos no mesmo período.
Mas na lista das institituição de ensino com maior representantividade científica na região o Brasil sae na frente da Espanha. O primeiro lugar da classificação é ocupado pela Universidade de São Paulo. Também ganham destaque nas cinco primeiras colocações a Universidade Estadual de Campinas (3º lugar), a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (4º lugar) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (5º lugar).
O estudo reúne os resultados científicos de instituições de Ensino Superior de 42 países da Ibero América. Foram avaliadas apenas as universidades que publicaram ao menos um paper científico na base de dados Scopus entre 2005 e 2009. Nesta edição, 1.369 atingiram o pré-requisito mínimo estabelecido pelo Grupo SCImago. O número é 225% maior do que na edição passada, quando foram consideradas apenas 607 universidades.
Ao todo, 71 instituições brasileiras integram o ranquing. Cada uma delas foi avaliada de acordo com os seguintes aspectos:
Produção Científica
Número de artígos publicados pelas universidades
Colaboração Internacional
Mede a relação dos artígos publicados pela universidade em colaboração com instituições de outros países
Qualidade Científica
Mede a relação entre a citação que a universidade recebeu e a média da citação mundial (segundo o procedimento do Instituto Karolinska)
Porcentagem de Publicações em 25% das Melhores Revistas do Mundo
Medida a partir do indicador de importância científica das revistas desenvolvido pelo Grupo de SJR SCImago
Além de oferecer uma visão geral para ajudar os políticos a identificarem de que forma os resultados das universidades se exncaixam nas metas dos planos nacionais vinculádos à área de Ciência e Tecnologia, o relatório do Grupo SCImago pode ser utilizado como método de avaliação para as instituições analisadas.
Países iberoamericanos mais produtivos
1- Espanha
2- Brasil
3- México
4- Portugal
5- Argentina
6- Chile
7- Colombia
8- Venezuela
9- Cuba
10- Porto Rico
Confira na íntegra o Ranking Iberoamericano 2011.
Fonte: Universia Brasil
quinta-feira, 28 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Todo dia é dia do livro: assista vídeo em homenagem à data Escolha do 23 de abril está ligada às datas de morte de Cervantes e Shakespeare
Faz sentido que o Dia Internacional do Livro seja comemorado neste sábado, dia 23, pelo mundo afora. A data, estabelecida em caráter definitivo pela Unesco em 1996, homenageia dois gigantes máximos da literatura ocidental. O 23 de abril seria, por uma lenda repetida universalmente, o dia em que morreram, no mesmo ano, o espanhol Miguel de Cervantes (1547 - 1616), o inventor do romance moderno com Dom Quixote, e o inglês William Shakespeare (1564 - 1616), o inventor do humano, como o chama Harold Bloom.
Trata-se de uma das mais instigantes mitologias do universo literário, uma lenda que dota o terreno profano da literatura de uma data mágica ao estilo das Vidas de Santos (que antes eram muito mais comuns em livro). Dois dos pilares da literatura mundial viveram de fato na mesma época, mas a predestinação histórica que os teria feito partir ao mesmo tempo é ficção.
Para começar, da biografia de Shakespeare, autor de obras onipresentes em praticamente todo o mundo, sabe-se muito pouco. Embora tenha deixado quase 1 milhão de palavras de texto, apenas 14 delas são comprovadamente de seu próprio punho: o nome assinado seis vezes e as palavras "por mim" em seu testamento, como conta um de seus biógrafos, Bill Bryson, em Shakespeare: a Vida É um Palco. Há pouca informação mesmo sobre o dia de seu falecimento – têm-se registros de seus funerais, mas não a data exata do óbito.
Mesmo que tenha sido 23 de abril a data da morte de Shakespeare, não teria sido no mesmo 23 de abril de Cervantes pelo simples motivo de que, na época, a Espanha, onde Cervantes vivia, havia adotado, como bom país católico, o calendário imposto pelo papa Gregório em 1582. E Shakespeare vivia na Inglaterra protestante, frequentemente hostilizada pelo reino espanhol a serviço do Vaticano, e que ainda marcava o tempo pelo Calendário Juliano. A Inglaterra só adotaria o Calendário Gregoriano em 1751. Shakespeare, portanto, teria morrido no dia 3 de maio – 10 dias após o espanhol.
Mas quem vai dizer que a história não é boa? Sendo assim, para que insistir tanto na picuinha das datas? Para lembrar, talvez, que a literatura é em última instância uma construção paradoxalmente individual (na mente e no coração de cada leitor) e coletiva (na transmissão de leituras e cânones, de intepretações e até mesmo mitologias literárias com as quais os leitores se comprazem).
E que todo dia pode ser um bom Dia do Livro, como mostra o vídeo que a reportagem de Zero Hora fez com leitores que foi encontrando pelas ruas de Porto Alegre. Assista:
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Brennand abre em Recife biblioteca com raridades do período holandês no país
Empresário pernambucano conseguiu reunir acervo com 60 mil itens, que incluem livros, manuscritos e partituras musicais
universidicas.blogspot.com
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
O papel do profissional da informação
Antigamente o bibliotecário ou profissional da informação era visto apenas como "guardião de livros". Até porque o mesmo não deixava que os usuários chegassem perto muito menos levar os livros pra casa. Esse comportamento fazia com que os usuários não mais quisessem voltar para a biblioteca e isso provocava um afastamento dos leitores que tinham a imagem do profissional como uma pessoa velha e chata não disposta a fornecer informação. Tal atitude contradizia a missão do bibliotecário que deve uma pessoa cordial e disposta a ajudar os usuário em suas necessidades informacionais. Hoje essa postura mudou, pois o novo bibliotecário tem consciência que sua função é disseminar a informação seja em qual suporte ela esteja. O bibliotecário é um organizador da informação seja em qualquer área e dissmina a mesma. Ele atua na promoção de atividades que desperte o hábito pela leitura,atuando junto a outros profissionais com mesmo interesse, pois o conhecimento só é adqurido com muita leitura e uma país que não prioriza essa ação está proprenso a um grande número de pessoas com baixo nível cultural. Portanto o bibliotecário é também um dos responsáveis pela prática da leitura que deve ser também estimulada nas escolas, pela esfera política e pelos pais.
"A cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, é uma dimensão constitutiva da existência humana, como as mãos são um atributo do homem."
José Ortega y Gasset
Trancamento
Acadêmicos da UFPB isso não é aconselhável uma vez que se você for trancar não escaprá de pagar, mas se porventura alguém for fazer isso o prazo pra trancamento de disciplinas do período 2011.1 é até o dia 12 de maio.
Acessem
O universidicas é um blog voltado para a Biblioteconomia com as últimas notícias na área!!! universidicas.blogspot.com
Concurso para Prefeitura de Riachão do Poço
Oportunidade para Biblioteconomia.
Inscrições vão até o dia 15/04 no site http://www.mettaconcursos.com.br/
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